"[...]mas faz-nos esboçar uma realidade supra-sensível compatível com o uso experimental da nossa razão. Sem uma tal precaução, não saberíamos fazer o mínimo uso de semelhante conceito e deliraríamos ao invés de pensarmos.[...]"

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Fev 09

Passar o jantar a debater políticas de tradução e chegar a casa e traduzir, de raiva, L'actuel et le virtuel, seminal texto póstumo de Gilles Deleuze, contra a aberração que é a sua edição em português ("Anexo: Capítulo V" in Diálogos, Relógio d'Água, Lisboa, 2004), não se pode considerar método de trabalho, pois não?

escrito por José Carlos Cardoso às 23:28

Fevereiro 2009
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