"[...]mas faz-nos esboçar uma realidade supra-sensível compatível com o uso experimental da nossa razão. Sem uma tal precaução, não saberíamos fazer o mínimo uso de semelhante conceito e deliraríamos ao invés de pensarmos.[...]"

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Dez 08

A coisa estalou e este fim de semana não havia outra preocupação, quando, para falar com rigor, o problema tem meses e continua a ganhar volume a uma velocidade assinalável. Mas, mais do que a incompetência da DGA, choca-me o sectarismo serôdio que reagiu ao convite a Pedro Costa, que, ainda por cima, integraria um ano que se prevê tudo menos previsível. Se este falhar, dado que parece estar encravado em questões exteriores ao domínio artístico, e justamente para resistir à paródia, ao contrário de algumas boutades, poderíamos tentar prolongar a exigência de uma modernidade ao limite, levada a cabo pela magnífica representação à Bienal de Arquitectura deste ano, e quem melhor do que praticantes das Belas-Artes, que os temos e de qualidade superior. Querem proposta mais radical, face ao actual estado de coisas, do que levar a escultura de um Rui Chafes ou a pintura de um João Queiroz?

escrito por José Carlos Cardoso às 23:52

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