"[...]mas faz-nos esboçar uma realidade supra-sensível compatível com o uso experimental da nossa razão. Sem uma tal precaução, não saberíamos fazer o mínimo uso de semelhante conceito e deliraríamos ao invés de pensarmos.[...]"

24
Set 08

Fiz as contas e resolvi comprar o Livre Trânsito; vou experimentar — mais ou menos — o que é ter uma cinemateca à porta de casa (como no saudoso "Olhar de Ulisses"). E espero, sinceramente espero, encontrar no auditório de Serralves (260 lugares), ao longo destas sessões, as muitas pessoas que assinaram aquela petição (até agora 4373). Ontem à noite não apareceram (Rebecca é de 1940 e perder um filme de Alfred Hitchcock numa sala de cinema é, pelas minhas regras autoritárias, um crime). Talvez se estejam a guardar para experiências mais duras? É uma pena reduzir a política a palavras vãs e quando chega uma oportunidade (alguém duvida que a frequência deste ciclo pode ajudar a perceber a viabilidade de uma cinemateca no Porto?) falta a acção necessária e tão simples: ver e rever a projecção dos filmes. Apenas isso, para conversa balofa bastam os funcionários dos partidos, não é?

 

A gentil Cristina diz tudo, na justa medida. Os sublinhados são meus. 

escrito por José Carlos Cardoso às 22:57

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