"[...]mas faz-nos esboçar uma realidade supra-sensível compatível com o uso experimental da nossa razão. Sem uma tal precaução, não saberíamos fazer o mínimo uso de semelhante conceito e deliraríamos ao invés de pensarmos.[...]"

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Ago 08

 

 

Nem mais, o Luís Carmelo diz quase tudo. Só nessa ambiguidade vale a pena descansar, por vezes, continuar a trabalhar, muitas vezes com coisas que nos advêm desse marasmo indistinto. Neste verão cosseryano a preguiça e o trabalho sobre esta são uma e a mesma coisa, o que também quer dizer que de um trabalho que é, por definição, infinito e inacabável não se podem esperar senão mudanças de velocidade e estágios inconscientes do que aí vem. Agosto ubíquo. 

escrito por José Carlos Cardoso às 22:43

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